Realizado pelos alunos: Carlos Silva, Inês Sofia, Sandro Augusto,Tiago Maricato, Viviana Piuça
8.3.12
28.1.12
Maria Alberta Menéres
"Maria Alberta Menéres nasceu em Gaia em 1930. Formou-se em Ciências Histórico-Filosóficas, tendo-se dedicado ao ensino entre 1965 e 1973. Trabalhou na RTP como diretora do Departamento de Programas Infantis e Juvenis entre 1976 e 1986. Dedicou-se à poesia e à tradução e tem colaborado com artigos de opinião em vários jornais e revistas.
Tornou-se conhecida como autora de literatura infantojuvenil, especialmente no âmbito da poesia e do teatro. Ganhou vários prémios literários, de que se destaca o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças (1986."
Fonte: Projecto Vercial
Tornou-se conhecida como autora de literatura infantojuvenil, especialmente no âmbito da poesia e do teatro. Ganhou vários prémios literários, de que se destaca o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças (1986."
Fonte: Projecto Vercial
E Ulisses, existiu?
Quem foi este lendário herói cuja coragem permaneceu intacta ao longo da história da Humanidade?
O texto de fundo é da autoria de Maria Alberta Menéres, escritora infantojuvenil, que brinda os seus jovens leitores com uma bela história, oriunda dos longinquos clássicos, do poeta Homero e da obra maior "Odisseia"...
A Biblioteca Escolar vestiu-se a rigor para receber toda a inspiração da Antiga Grécia: do teto pendiam fitas azuis que ondulavam peixes e outros seres que aludem ao mar...
No chão, as ondas azuis preenchiam caminhos e, por todo o lado, se podia adivinhar, em trabalhos diversos, a presença do herói que venceu todas as deventuras e conheceu a suprema felicidade de abraçar o filho Telémaco e Penélope, a dedicada esposa que sempre acreditara naquele regresso.
A Biblioteca Escolar vestiu-se a rigor para receber toda a inspiração da Antiga Grécia: do teto pendiam fitas azuis que ondulavam peixes e outros seres que aludem ao mar...
No chão, as ondas azuis preenchiam caminhos e, por todo o lado, se podia adivinhar, em trabalhos diversos, a presença do herói que venceu todas as deventuras e conheceu a suprema felicidade de abraçar o filho Telémaco e Penélope, a dedicada esposa que sempre acreditara naquele regresso.
18.12.11
Natal na Escola
O Natal traz até nós um espírito de simplicidade que se traduz, em muitos lugares, num presépio: uma cabana pobre e uma família. São estes os principais elementos do presépio. No entanto, podem sempre acrescentar-se as figuras que representam "os homens de boa vontade" que vieram visitar o Menino Jesus. São os pastores e os reis magos. Diferentes origens, a mesma homenagem!
Na Escola D. Pedro Varela, a disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica realizou com os seus alunos uma exposição de presépios elaborados pelos próprios alunos.
Etiquetas:
E.M.R.C. Actividade de Natal
2.12.11
Outro fadista do Montijo
"Nascido em 1936, no Montijo, António Mourão parece destinado a uma vida de operário. O seu gosto pelo canto revela-se quando decide aproximar-se do mundo dos fados, em Lisboa. Assistindo a espetáculos na Parreirinha de Alfama, põe-se um dia espontaneamente a cantar. É um sucesso e fica logo ali contratado."Lamentavelmente, o vídeo aqui exibido está incompleto.
1.12.11
Mais um aplauso!
Dulce Pontes é natural do Montijo e a Bibliotecla orgulha-se de poder falar de Fado assim tão dentro de portas, sobretudo porque as portas são do nosso rio e a voz é da nossa terra. Parabéns, Dulce Pontes!
Homenagem da Biblioteca
O Fado, o Nosso, o da Humanidade
Fado é sinónimo de destino. Nós falamos muito de fado para justificar o nosso percurso de vida. Somos talhados para cantar a dor, o ciúme, a paixão, o amor e até o nosso próprio destino, o nosso próprio fado. E para provar que o fado não é menor, a não ser uma certa qualidade de fado que dá por esse nome, por essa designação, aí está a mais alta distinção para o provar: Fado, Património Imaterial da Humanidade!
Eis o momento!
Eis o momento!
12.10.11
Tributo a Steve Jobs
A Vida de Steve Jobs é uma lição!
Porque a Vida de Steve Jobs, para além de uma lição, é em si mesma uma mensagem digna de uma reflexão universal, tão universal como as suas criações tecnológicas.
Alguém disse no facebook: "Morreu o pai do meu Ipad!"
Todas as gerações ficaram órfãs de uma referência, não só pela tecnologia, como também pelo exemplo da sua dimensão humana!
Até sempre, Steve Jobs!
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