2.12.11
Outro fadista do Montijo
"Nascido em 1936, no Montijo, António Mourão parece destinado a uma vida de operário. O seu gosto pelo canto revela-se quando decide aproximar-se do mundo dos fados, em Lisboa. Assistindo a espetáculos na Parreirinha de Alfama, põe-se um dia espontaneamente a cantar. É um sucesso e fica logo ali contratado."Lamentavelmente, o vídeo aqui exibido está incompleto.
1.12.11
Mais um aplauso!
Dulce Pontes é natural do Montijo e a Bibliotecla orgulha-se de poder falar de Fado assim tão dentro de portas, sobretudo porque as portas são do nosso rio e a voz é da nossa terra. Parabéns, Dulce Pontes!
Homenagem da Biblioteca
O Fado, o Nosso, o da Humanidade
Fado é sinónimo de destino. Nós falamos muito de fado para justificar o nosso percurso de vida. Somos talhados para cantar a dor, o ciúme, a paixão, o amor e até o nosso próprio destino, o nosso próprio fado. E para provar que o fado não é menor, a não ser uma certa qualidade de fado que dá por esse nome, por essa designação, aí está a mais alta distinção para o provar: Fado, Património Imaterial da Humanidade!
Eis o momento!
Eis o momento!
12.10.11
Tributo a Steve Jobs
A Vida de Steve Jobs é uma lição!
Porque a Vida de Steve Jobs, para além de uma lição, é em si mesma uma mensagem digna de uma reflexão universal, tão universal como as suas criações tecnológicas.
Alguém disse no facebook: "Morreu o pai do meu Ipad!"
Todas as gerações ficaram órfãs de uma referência, não só pela tecnologia, como também pelo exemplo da sua dimensão humana!
Até sempre, Steve Jobs!
5.10.11
Boa Notícia
A Bibliotecla vai acordar de um longo sono.
Pede-se ao Príncipe mais próximo que se dirija às teclas mais adormecidas e que as toque com o beijo mágico....
Pede-se ao Príncipe mais próximo que se dirija às teclas mais adormecidas e que as toque com o beijo mágico....
14.2.10
Valentine's for mothers, too …
Valentine's Day Dia de S. Valentim
A origem de 14 de Fevereiro, dia de S. Valentim, como dia dos namorados, pode ser explicada pelas tradições cristã, ou tradição romana (pagã).
A Igreja Católica reconhece três santos com o nome Valentim, mas o santo dos namorados parece ter vivido no século III d.C., em Roma, tendo morrido em 270. Em 496, o papa Gelásio dedicou o dia 14 de Fevereiro ao culto de S. Valentim.
Valentim era um sacerdote cristão que viveu no tempo do imperador Cláudio II. Cláudio queria constituir um exército romano grande e forte; não conseguindo levar muitos romanos a alistarem-se, acreditou que tal sucedia porque os homens não se dispunham a abandonar as suas mulheres e famílias para partirem para a guerra. E a solução que encontrou, foi proibir os casamentos dos jovens! Valentim revoltou-se contra a ordem imperial e, ajudado por S. Mário, terá casado muitos pares em segredo. Quando foi descoberto, foi preso, torturado e decapitado a 14 de Fevereiro.
Durante o seu cativeiro, jovens passavam pelas janelas da sua prisão e atiravam flores e mensagens onde diziam acreditar também no poder do amor.
A lenda tem ainda algumas variações que acrescentam pormenores a esta história. Segundo uma delas, enquanto estava na prisão Valentim era visitado pela filha do seu guarda (por quem dizem que se apaixonou), com quem mantinha longas conversas. No dia da sua morte, ter-lhe-á deixado um bilhete dizendo «Do teu Valentim», agradecendo a sua amizade e lealdade.
Ao que parece, essa mensagem foi o início do costume de trocar mensagens de amor no dia de S. Valentim, celebrado no dia da sua morte.
Quanto à tradição pagã, pode misturar-se com a história do mártir cristão: na Roma Antiga, celebrava-se a 15 de Fevereiro (que, no calendário romano, coincidia aproximadamente com o início da Primavera) um festival, o Lupercalia. Este festival era dedicado ao Deus Pastoral Lupercus e à Deusa do Casamento e das Mulheres, Juno. Na véspera desse dia, eram colocados em recipientes pedaços de papel com o nome das raparigas romanas. Cada rapaz retirava um nome, e essa rapariga seria a sua parceira durante o Festival. Os pares dançavam e brincavam juntos. Às vezes os pares ficavam juntos durante o ano todo, apaixonando-se algumas vezes e casando.
Com a cristianização progressiva dos costumes romanos, a festa de Primavera, comemorada a 15 de Fevereiro, deu lugar às comemorações em honra do santo, a 14 de Fevereiro.
Com os tempos, o dia 14 de Fevereiro ficou marcado como a data de troca de mensagens amorosas entre namorados, sobretudo em Inglaterra e na França e, mais tarde, nos Estados Unidos. Neste último país, onde a tradição está mais institucionalizada, os cartões de S. Valentim já eram comercializadas no início do século XIX. Actualmente, o dia de S. Valentim é comemorado em cada vez mais países do mundo como um pretexto para os casais de namorados trocarem presentes, mas também é uma oportunidade para as pessoas expressarem consideração, amor e amizade não só para namorados, como para professores, colegas, pais e amigos.
A Igreja Católica reconhece três santos com o nome Valentim, mas o santo dos namorados parece ter vivido no século III d.C., em Roma, tendo morrido em 270. Em 496, o papa Gelásio dedicou o dia 14 de Fevereiro ao culto de S. Valentim.
Valentim era um sacerdote cristão que viveu no tempo do imperador Cláudio II. Cláudio queria constituir um exército romano grande e forte; não conseguindo levar muitos romanos a alistarem-se, acreditou que tal sucedia porque os homens não se dispunham a abandonar as suas mulheres e famílias para partirem para a guerra. E a solução que encontrou, foi proibir os casamentos dos jovens! Valentim revoltou-se contra a ordem imperial e, ajudado por S. Mário, terá casado muitos pares em segredo. Quando foi descoberto, foi preso, torturado e decapitado a 14 de Fevereiro.
Durante o seu cativeiro, jovens passavam pelas janelas da sua prisão e atiravam flores e mensagens onde diziam acreditar também no poder do amor.
A lenda tem ainda algumas variações que acrescentam pormenores a esta história. Segundo uma delas, enquanto estava na prisão Valentim era visitado pela filha do seu guarda (por quem dizem que se apaixonou), com quem mantinha longas conversas. No dia da sua morte, ter-lhe-á deixado um bilhete dizendo «Do teu Valentim», agradecendo a sua amizade e lealdade.
Ao que parece, essa mensagem foi o início do costume de trocar mensagens de amor no dia de S. Valentim, celebrado no dia da sua morte.

Quanto à tradição pagã, pode misturar-se com a história do mártir cristão: na Roma Antiga, celebrava-se a 15 de Fevereiro (que, no calendário romano, coincidia aproximadamente com o início da Primavera) um festival, o Lupercalia. Este festival era dedicado ao Deus Pastoral Lupercus e à Deusa do Casamento e das Mulheres, Juno. Na véspera desse dia, eram colocados em recipientes pedaços de papel com o nome das raparigas romanas. Cada rapaz retirava um nome, e essa rapariga seria a sua parceira durante o Festival. Os pares dançavam e brincavam juntos. Às vezes os pares ficavam juntos durante o ano todo, apaixonando-se algumas vezes e casando.
Com a cristianização progressiva dos costumes romanos, a festa de Primavera, comemorada a 15 de Fevereiro, deu lugar às comemorações em honra do santo, a 14 de Fevereiro.
Com os tempos, o dia 14 de Fevereiro ficou marcado como a data de troca de mensagens amorosas entre namorados, sobretudo em Inglaterra e na França e, mais tarde, nos Estados Unidos. Neste último país, onde a tradição está mais institucionalizada, os cartões de S. Valentim já eram comercializadas no início do século XIX. Actualmente, o dia de S. Valentim é comemorado em cada vez mais países do mundo como um pretexto para os casais de namorados trocarem presentes, mas também é uma oportunidade para as pessoas expressarem consideração, amor e amizade não só para namorados, como para professores, colegas, pais e amigos.
Valentine's Day
Subscrever:
Mensagens (Atom)


